sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Cicloviagem para Cananeia SP

São Roque SP até Cananeia

Sábado 09/10/2010:
Chegamos ao local de encontro conforme combinado às 5,58 h, mas o Mendigo não apareceu, esperamos, esperamos, esperamos, e nada! z . . . z . . . z . . . esperamos mais um pouco e nem sinal. Resolvemos ir sem ele.
E às 6,37 h começamos o pedal, com o primeiro e único imprevisto da viagem, depois de alguns quilômetros, ainda em Mairinque, apareceu o Tiuzinho de carro dizendo que o Mendigo estava vindo e mais uma vez esperamos, até que ele apareceu com uma buzininha que não deu trégua até o último quilometro.
Tudo normal até Votorantim, calorzinho gostoso, caldo de cana, só alegria, os três felizes da vida, ganhando o mundo...e pra completar, o encontro inesperado com a Marluci e Pietro, (os mais novos TAXABIKEs). Realmente foi uma coincidência, pois combinamos de nos encontrar somente na terça em Cananéia para voltar de carro. A partir daí, não desgrudamos mais dela ou ela da gente.
Quando entramos em Piedade o tempo começou mudar, vento contra e chuva agora era o cenário da nossa viagem, mas como tudo ainda pode piorar, em Tapiraí só faltou nevar, o frio que fazia lá doía no osso e o vento contra insistia, acho que foi a parte mais difícil da viagem, almoçamos num posto de gasolina na beira da estrada, tremendo e com os dedos amortecidos, não foi fácil levantar da mesa e seguir naquele gelo, como não tinha outra saída, subimos nas "la poderosas" e continuamos nossa cicloviagem. Incrivelmente, cinco minutos depois, o frio e a chuva desapareceram e a descida da serra foi a maior curtição, teve uma paradinha básica na Cabeça da Anta, com direito a um pneu furado, sem problemas, trocaram rapidinho e eu só fiquei tirando fotos! depois de 30 quilômetros de serra maravilhosa, parecia que Juquiá não ia chegar nunca, o desconforto já tomava conta do nosso corpo mas sem desanimar chegamos às 19,14 h com 177 km percorridos (meu novo recorde) tomamos um bom banho e saímos para comer pizza.
Que dia perfeito! Graças a Deus!
Domingo 10/10/2010:
No segundo dia, acordamos todos bem dispostos, tomamos um café da manha gostoso no hotel e seguimos pela BR 116 a famosa Rodovia Régis Bittencourt, foi bem legal pedalar lá! paramos em Registro para tirar umas fotos e continuamos até Pariquera-Açu, onde almoçamos, agora uma emoção já tomava conta da gente pois estávamos entrando na reta final.
A estrada até Cananéia é boa e bem tranqüila, mas o vento contra judiou bastante, fomos firmes até chegar em Cananéia aos 284 km de uma viagem linda, com pessoas maravilhosas, simplesmente uma viagem i-nes-que-cí-vel! Mais uma vez agradecemos a Deus por nos ter guiado!
Cananéia é um lugar bonito, com pessoas interessantes como o Amir, a Leda, a Camila, o Seu Miguel, o filho dele que também chama Miguel.
Fazendo esse relato me vem a cabeça uma coisa... já que encontramos a praia... precisamos voltar lá pra conversar mais com aqueles golfinhos brincalhões!














































































































































































































































































































Apoio:

domingo, 3 de outubro de 2010

Circuito Itupararanga


Pedal circundando a represa de Itupararanga "Área de Proteção Ambiental - APA" que fica no entorno da represa de Itupararanga, que compreende os Municípios de São Roque, Mairinque, Aluminio, Votorantim, Ibiúna e Piedade. Esta área reúne remanescentes florestais da Mata Atlântica e abastece as cidades vizinhas. Saimos de São Roque, para Mairinque as 07,12h encontramos o Mendigo e por coincidência e por sorte nossa encontramos o Zalotti, depois fomos até Ibiúna debaixo de chuva, entramos na Rodovia Bungiro Nakao, estrada perigosíssima para andar de bicicleta, não tem acostamento e passa muito caminhão, não aconselhamos ninguém andar de bike por lá. Chegamos em Piedade ao meio dia, almoçamos e seguimos para Votorantim até a barragem, voltamos por Alumínio, Mairinque e finalmente chegamos em São Roque completando 115 km.
(bati meu recorde pessoal de pedal. uhu!).





quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Kings And Queens - 30 seconds to Mars

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____(_)/ (_)__Clique aqui para ver o video__________________

Into the nightDesperate and brokenThe sound of a fightFather has spoken We were the Kings and Queens of promiseWe were the victims of ourselvesMaybe the Children of a Lesser GodBetween Heaven and HellHeaven and Hell Into your livesHopeless and TakenWe stole our new livesThrough blood and painIndefense of our dreamsIn defense of our dreamsWe were the Kings and Queens of promiseWe were the victims of ourselvesMaybe the Children of a Lesser GodBetween Heaven and HellHeaven and Hell The age of man is overA darkness comes and allThese lessons that we've learned hereHave only just begun We were the Kings and Queens of promiseWe were the victims of ourselvesMaybe the Children of a Lesser GodBetween Heaven and Hell We are the KingsWe are the QueensWe are the KingsWe are the Queens

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

No Saboó com o mineiro

O Morro do Saboó é o ponto mais elevado de São Roque (SP) , com aproximadamente 1000 metros de altitude, devido à sua vegetação rasteira, recebeu dos índios o nome Saboó que significa Morro Pelado. É um lugar muito bonito e interessante, existem várias lendas sobre o local, mas a lenda que eu mais curto, é a que minha avó Lourdes contava, ela dizia que quando era criança e morava no Ribeirão (perto do Morro) de vez em quando aparecia uma luz tão brilhante que ofuscava os olhos e atravessava o Morro à noite, as pessoas chamavam de Mãe do ouro. Conheço outras pessoas da mesma época que contam a mesma história. O acesso ao Morro de bike é tranquilo ate a metade da subida, depois será necessário carregar a bike até o cume, para os amantes do downhill é o lugar perfeito, tem algumas trilhas la em cima que da pra fazer um single track fantástico.

Clique aqui para assitir o video

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Rolezão com a Mimi

Assista o video

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas
inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
Fernando Sabino


(Está faltando gente nesta postagem, por favor enviem mais fotos)

sábado, 14 de agosto de 2010

domingo, 25 de julho de 2010

De bike até a Praia de Castelhanos – Ilha Bela

Segundo algumas pesquisas de opinião, das 2045 praias do nosso extenso litoral brasileiro chegou-se à relação final das melhores praias, no entanto, foi levado em conta não apenas as praias mais bonitas do Brasil, mas também o nível de preservação de cada uma delas. Por isso, em geral, são praias de difícil acesso, poupadas pelo assédio predatório do turismo massivo. No topo desta lista temos a Praia de Castelhanos.
(Fonte: http://www.g4road.org/best.htm).

O acesso a esta praia é uma estrada de 22 Km, que cruza o Parque Estadual, de oeste para leste, bem no meio da Ilha, sendo a única ligação por terra entre os dois lados de Ilhabela, A estrada de Castelhanos só pode ser vencida por veículos com tração 4X4, constantemente corroída pela chuva, e cortada por inúmeras minas d'água, rios e cachoeiras que brotam da montanha. O roteiro começa no nível do mar, chegando a quase 800 m de altitude e retorna ao litoral, sempre através da Mata Atlântica. Depois de uma semana de chuva, a estrada que já é difícil ficou inacessível, nem os 4x4 estavam passando por lá. Quando pedíamos informação sobre a ida até Castelhanos, a reação das pessoas era: “impossível chegar lá, vai empurrar a bike o tempo todo!; vai pagar os pecados!; é muita subida!; vai levar a bike nas costas!; vocês são doidos!” Teve até um cara que ao nos ver entrar na estrada, gritou: Boa viagem, a pé! O mais interessante, é que cada vez que ouvíamos esses comentários, dava mais vontade de ganhar aquela montanha.

Alguns cuidados básicos que ajudaram muito nesse rolê:
Levar e passar muuuuito repelente, detalhe, não adianta passar repelente industrializado, tem que ser um especial de citronela feito lá. Os borrachudos derrubam o ciclista da bike.
Levar óleo para lubrificar as correntes, pois é lama o tempo todo, além de ter que atravessar um rio com água até metade da bike
Levar lanterna e alimentação, porque o role não é curto.
E, é claro, levar todo equipamento de costume.
O rolê:
Saímos bem cedo as 7,30 h depois do cafezão da manhã da pousada, antecipadamente servido só para nós (Very Important Person). E fomos adentrando aquela magnífica mata atlântica. Até o topo da montanha foi bem normal, nem percebemos a dificuldade da subida porque a natureza lá em cima é deslumbrante, tem várias cachoeiras, o som da mata é divino, pássaros, samambaias gigantes, árvores lindas, aromas estonteantes e uma biodiversidade tão conservada, que nunca tínhamos visto.

Punk mesmo, foi a descida! Teve de tudo! lama, valeta que era quase um abismo, atoleiro, árvores no meio da estrada, pedras pequenas e outras gigantes, buraco, buraco liso, buraco fundo, buraco seco e com muuuita água. Realmente tudo o que falaram para nós era verdade (Ainda bem que é disso que a gente gosta! Uhu!!!). Tivemos que atravessar um rio Ma-ra-vi-lho-so!!! e é claro que nesse momento o repelente saiu, né! Nem precisa dizer que quase fomos devorados pelos ilustres moradores da Ilha bela, os super borrachudos com DNA de Pitbull e boca de picador de gelo. Isso tudo estava valendo a pena, porque a cerca de 200 m da travessia desse rio, esta ali, a deslumbrante Baía dos Castelhanos, uma das praias mais lindas que já vimos. A sensação de ter conseguido chegar “inteiro” e ver aquele mar lindo foi impar... Chegamos exatamente ao meio dia, comemos um lanche e em 20 minutos já nos preparávamos para voltar, pois sabíamos que, se pra descer foi um perrengue, imagine pra subir. A idéia era chegar antes de escurecer, então, não enrolamos muito (ainda bem, porque agora vamos ter que voltar pra conhecer a tal da Cachoeira do Gato, os dois rios que deságuam lá, as trilhas, as praias Mansa, Vermelha, Figueira e do Gato).

A subida da volta foi (Punk³)² . O grau de dificuldade com diversas técnicas me obrigou usar a melhor de todas as técnicas: descer da bike, não é vergonha dizer isso pois em certos momentos tínhamos que pedalar por um barranco liso e com um abismo do lado, O Paulinho não desceu da bike e ainda prossegiu clipado! A corrente, depois de tanta lama, rio, cipó enroscado, poça e atoleiro ficou travando e uns tombinhos fizeram parte da aventura. Quando fui passar em cima de um galho de uma árvore que estava caída no meio da estrada, quase atropelei uma cobra, não sei quem se assustou mais, se fui eu ou foi ela com meu grito, mas, garanto que tudo isso ia completando satisfatoriamente nosso passeio, depois de alcançar o cume, descemos tranquilamente e chegamos as 18 h. deslumbrados com tanta beleza.